Poemas Finitos

Diga ao povo que fico! Ou melhor, deixe que eu mesmo digo. Sem penas e sem pedras, semi-nú, sem grandes ou pequenos, nem de leve abstêmio, levemente suburbano, metropolitano, sem face, sem máscaras, estou em qualquer passado e nos cotidianos. Cai o pano!

18 de fev de 2009

As Mãos

As mãos benditas
que vieram até meus olhos
e correram meus lábios
como fio de navalha,
arrepiando-me cabelos,
tornando-me sangue ardente,
ar rarefeito,
criando na noite pura
quente cena de beleza nua,
o suor, as promessas e juras,
são as tuas.

As mãos que te deixaram nu,
Que te moldaram em brasa
Revelando caminhos,
Rasgando palavras,
Que roucas e loucas
Armaram guerrilhas
Pedindo teu beijo,
Eram minhas.

ADORA

*"Adora" é pseudônimo de Adonis e Rachel, e este poema é nosso primeiro trabalho em conjunto.

2 Comments:

Blogger docerachel said...

Eram minhas!

10:27 PM  
Blogger absynto said...

Adorei a Arte de AdoRa.

Adonis+Rachel= Turbilhão
de Emoção
de Paixão
de Tesão

Beijão aos dois

kryss

8:21 PM  

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home