Poemas Finitos

Diga ao povo que fico! Ou melhor, deixe que eu mesmo digo. Sem penas e sem pedras, semi-nú, sem grandes ou pequenos, nem de leve abstêmio, levemente suburbano, metropolitano, sem face, sem máscaras, estou em qualquer passado e nos cotidianos. Cai o pano!

2 de fev de 2009

Antes conhecê-la.


Eu ontem estive disperso
por tantos cantos do universo
de meus pequenos mosaicos internos
que revivi perplexo um quadro plurifacetado pluricândido plurinada estático.

Uma urina espessa vertia e o torpor suave da cãibra penetrava.
Uma relva macia e um deserto de pedras sonhava sempre.
Ela nada.
Eu nado, tu nadas.

Cócegas.Risos.Palavras.
Um pão e um bife prá matar a fome
de amor é nada.
Um pão é de matar a dentada.
Dois pães com bolacha.
Quatro cantos.
Um vício beijando tua boca adornada.
Risível cada regra quebrada.

1 Comments:

Blogger mARa said...

...recordações, vontades do coração...

versos Lindos!

gostei e voltarei.

7:22 PM  

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